Bênção das Pastas Funchal

D. António Carrilho homenageou neste domingo, 13 de março, o Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF) na nossa diocese pelo trabalho ao serviço das famílias, da Igreja, da sociedade e da juventude. Foi durante uma eucaristia na igreja do Colégio, destinada a assinalar os 50 anos da morte do seu fundador do ISCF, monsenhor Joaquim Alves Brás (1899-1966). A cerimónia litúrgica acolheu ainda a bênção das pastas de 34 finalistas da Escola ASAS (Escola Profissional Agentes de Serviço e Apoio Social), dos cursos Animador Sociocultural e Técnico de Apoio à Infância.

O bispo do Funchal considerou o fundador da "Família Blasiana", que criou a Obra de Santa Zita, as Cooperadoras da Família o Movimento por um Lar Cristão, o Centro de Cooperação Familiar e o Jornal da Família, como “apóstolo da família e pioneiro na pastoral familiar”. Agradeceu os "dons, projetos e esperanças" realizados entre nós no campo da "educação" e no "apoio às famílias" madeirenses, na linha do venerável monsenhor Alves Brás que, disse, "continua vivo pela sua grande obra", pelo seu "perfil humano e cristão muito firme", pela sua "coerência, testemunho de vida, sensibilidade social, espiritualidade exigente e comprometida".

Em todos estes aspetos apostólicos, está bem expressa "a misericórdia de Deus", como tem sido anunciada pelo Papa Francisco que "neste domingo também celebramos o 3.º aniversário da sua eleição", referiu D. António Carrilho. "Damos graças a Deus pela fé que tem testemunhado, a sua proximidade com as pessoas, o coração sensível pelos mais pobres", a condução de "uma Igreja aberta, procurando viver as periferias humanas, em situações de marginalidade", acrescentou o bispo do Funchal na homilia desta missa, concelebrada também pelo vigário-geral e reitor da igreja do Colégio, cónego José Fiel de Sousa, e em que participaram membros da "Família Blasiana", familiares e amigos dos jovens estudantes em festa.

No final, D. António exortou os presentes a praticarem na "vida de todos os dias o lema de monsenhor Alves Brás: mãos ao trabalho, coração em Deus".

 

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